Front Swivel + Salto Fakie 360
Um front swivel direto para um salto fakie 360: o swivel produz momentum na entrada e você o reutiliza na rotação do salto — se continuar o giro dos ombros, já está tudo pronto para decolar.
Em breve
O vídeo deste movimento está em produção. Enquanto isso, a teoria completa está abaixo.
Disponível em 28 de setembro às 08:00 GMT-6.
Sétimo episódio de Combos da Semana, terceiro do bloco de dois movimentos. Lembre o que buscamos neste bloco: combos de dois movimentos que possamos juntar na sensação de um só. Para que nos serve no futuro? Para poder fazer essas combinações sem pensar nelas, e introduzi-las como um só movimento na estrutura de um combo mais complexo. Hoje: um front swivel direto para um salto fakie 360.
Juntar um swivel a um 360 é muito útil porque você produz momentum na entrada que pode reutilizar na rotação do seu salto. O swivel, basicamente, é rotar em 180 entrando nos edges correspondentes: você vem patinando — em um parallel direto, ou em um fish se quiser ver mais claro —, pronuncia os seus edges, impulsiona a partir dos calcanhares e, ao empurrar, gera essa curva curta que é o swivel.
E aqui está a fusão: nessa mesma direção em que você já fez o giro, se continuar a rotação dos ombros, simplesmente já está tudo pronto para decolar e fazer o salto. O swivel não termina e depois você salta; o swivel é a primeira metade da rotação e o 360 a continua no ar.
Passos
- Revise os pré-requisitos: parallels confortáveis nos dois sentidos (o swivel nasce de pronunciar os edges) e o salto 360 — com a sua progressão a partir do 180 — já aterrissando com controle.
- Exercício 1 — O swivel isolado: você vem em um parallel direto ou em um fish, pronuncia os seus edges, impulsiona a partir dos calcanhares e ao empurrar gera a curva curta que te deixa rotado 180, em fakie.
- Exercício 2 — Swivel sem cortar a rotação: faça o swivel e, em vez de se estabilizar em fakie, deixe os ombros continuarem girando na mesma direção. Ainda sem saltar: só sentir que a rotação não para.
- Exercício 3 — Swivel para fakie 360: nessa mesma direção do giro, continue a rotação dos ombros e decole. O momentum do swivel é o que gira o salto; você só o continua no ar.
- Una tudo até que o swivel e o 360 se sintam como uma só rotação — a primeira metade no chão, a segunda no ar — e você possa colocar o combo em uma linha mais longa sem pensar nele.
Erros comuns
- Se estabilizar em fakie depois do swivel e saltar do zero: você jogou fora o momentum que o swivel produzia. A rotação dos ombros tem que continuar sem pausa.
- Fazer o swivel sem pronunciar os edges: sem edges correspondentes nem impulso a partir dos calcanhares não há curva curta, e sem curva não há momentum para reutilizar.
- Buscar o 360 com força própria: você não gira o salto do parado, o swivel o continua. Se está forçando a rotação, é que a cortou antes.
- Saltar antes de completar o swivel: o swivel te deixa em fakie com a rotação viva; decolar antes te deixa no meio do giro e sem direção.
Em uma frase
Front swivel direto para salto fakie 360. O swivel — rotar 180 entrando nos edges correspondentes, impulsionando a partir dos calcanhares — produz momentum na entrada; se você continuar a rotação dos ombros na mesma direção, já está tudo pronto para decolar: o 360 não começa, continua.
Perguntas frequentes
- O que é o swivel?
- Basicamente, rotar em 180 entrando nos edges correspondentes: você vem em um parallel direto ou em um fish, pronuncia os seus edges, impulsiona a partir dos calcanhares e ao empurrar gera essa curva curta. Te deixa rotado, em fakie.
- Por que juntar o swivel com o 360?
- Porque o swivel produz momentum na entrada que você pode reutilizar na rotação do seu salto. Na mesma direção do giro, se continuar a rotação dos ombros, já está tudo pronto para decolar.
- Para que servem esses combos de dois movimentos?
- Para poder fazer essas combinações sem pensar nelas e introduzi-las como um só movimento na estrutura de um combo mais complexo.
Fontes
A nomenclatura de famílias e variações segue a fonte oficial. Os exercícios, progressões e conceitos didáticos que a acompanham são elaboração própria da ARCO para comunicar as ideias.
















